Olá querido, mate-me gentilmente.
Um corpo queimado não abandonará você.
Você lamenta por não poder me salvar, ao menos você viu a morte?
Posso entender sua respiração dispersa como um ato falso?
Sob os rangidos que derramam sobre mim, o tremor não para
Eu quebrarei meus laços com a dor que somente posso entender com
minha mente.
Morra por mim... Você não pode salvá-lo.
Isso é errado? Responda-me
Veja, deixe seus olhos se agitar e ondular
Porque não há nenhuma mentira em lágrimas derramadas
Minhas mãos... olhos... mente... e respiração.
O que é deixado no fim são as memórias podres que foram
queimadas
E mesmo as que restam não podem salvar uma criança.
A sombra do modelo da fotografia vai a loucura. O ódio e o
terror gritam juntos.
Vendo o amor desgastado, por que este corpo deve apodrecer
também?
Na escuridão que ri em vermelho, as tolas palavras que foram
derramadas.
Cada vez que um suspiro era liberado era igual a esse "ódio".
Sob os rangidos que caem sobre mim, o tremor não para
Eu quebrarei meus laços com a dor que somente posso entender com
minha mente.
Olá querido, mate-me gentilmente.
Um corpo queimado não abandonará você.
Deixe meus desejos ao alcance do ouvido que conhece a voz dos
recém-nascidos e do som de gritos, ao fundo do poço.
De algum modo, por favor faça-os sucumbir naqueles distantes
olhos úmidos, como se para engoli-los
Profundamente... De modo que eles nunca me toquem novamente
E aquelas memórias corrompidas que riem.
Esqueça-se de mim... Você não pode salvá-lo.
Isso é errado? Responda-me
Veja, deixe seus olhos se agitar e ondular
Porque não há nenhuma mentira em lágrimas derramadas
Minhas mãos... olhos... mente... e respiração.
O que é deixado no fim são as memórias podres que foram
queimadas
E mesmo as que restam não podem salvar uma criança.