Foi se apagando pouco a pouco a luz e foi caindo seu vestido no
chão
Ana jogava com sua roupa interior e entre suas pernas nasce um
coração
Um coração, não, não, não, não um coração
Seus olhos têm uma estranha luz, doce e amarga como a poesia
Ana desnuda é um prodígio da geometria
Estou dançando com Ana, a dança da paixão
Em baixo dos lençóis de cálido cetim nosso sexo chega à
explosão
Um coração, não, não, não, não um coração
Sua pele foi se incendiando pouco a pouco e por atrito incendiou
a minha
Nasceu o amor entre os dois por pura simpatia