Cobriu a carcaça do tempo com flores
Para mandar o cheiro da culpa para o túmulo
Marcar o pensamento mais escuro com fogo
E prestando atenção à escalada das cinzas, na porta do céu nos
escondemos
Atrás da porta vermelha quando o verão for morto pela queda
viva
Atrás da porta vermelha quando o inverno cantar:
“Seu amor será a morte para mim”
Vinho da morte servido para os amantes
Trazidos de onde os diabos reinam e intoxicam os anjos
Com a tristeza testemunhada pelos olhos de seus escravos