Ele disse que não lembra de nada sobre uma parede,
"Não há nada lá," ele me disse. "Absolutamente nada."
Ela disse que apenas lembra de fotos no chão.
"Não há nada lá," ela me disse. "Ao menos não mais."
E agora o ar é cerrado com mentiras e confiança quebrada,
"mas eu não me importo," ele me disse, debaixo de cobertores de
poeira
rostos familiares lidos como um túmulo pra uma sepultura,
"mas tudo bem," eles me disseram. "Não há nada para salvar."
E as coisas estão mudando pra pior um pouco mais a cada dia.
Diz as mesmas coisas. Dizem elas de novo e de novo.
E agora cada ponte se foi. Existem apenas ruínas onde eles se
pertencem.
E ainda tudo parece errado assim que eu viro a página.